sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval

Ah, carnaval. Época mágica do ano, em que todos, ou a maioria fica feliz por existir um feriado pra nos aliviar durante uma semana. Eu sou um dos que apoia totalmente o feriado de carnaval. O FERIADO. Sério, tem uma música da Cláudia Leite (Acho que é dela.) com a seguinte letra: "Carnaval, futebol. Não mata, não engorda e não faz mal".

Vamos analisar essa afirmação, primeiro, Carnaval. No carnaval, o indice de morte e acidentes aumenta bastante. No carnaval vc come que nem um porco, além de ter que ver aquele bando de gente amontuada numa reta. E metade delas peladas, em maioria mulheres. Agora, muita gente vai me chamar de gay. Mas eu não pulo carnaval. Não mesmo, opção minha. Eu tenho uma teoria que considero válida. Carnaval é a ''festa da carne"( alguns vão entender o que é esse "carne"), agora é a festa da bunda tbm. O que é um pleonasmo na verdade, porque vejamos, é a festa da carne e qual o lugar do corpo que tem mais carne? A BUNDA. OMG.

Eu não pulo carnaval amiguinhos, mas respeito quem pula. Se você pula, bom carnaval e vamos todos ser feliz do jeito que quisermos.

Bom carnaval galera.

Miguel Costa

quinta-feira, 3 de março de 2011

Algo que eu não sei definir.

Ultimamente eu tenho me sentido sem rumo, sem um objetivo de vida. Meus sonhos já não parecem mais fazer sentido, meus ideais não tem funcionado, me sinto sozinho no meio a multidão. E parece que eu gosto disso, toda vez que alguém vem me ajudar meu coração parece rejeitar essa ajuda. O simples fato de me sentir longe de Deus acarreta nesse tipo de acontecimento.

Eu as vezes paro e penso o que posso fazer pra mudar essa realidade, mesmo já sabendo a resposta não sei como fazê-lo. As vezes sinto uma vontade desesperada de chorar. As vezes sinto uma vontade louca de morrer. As vezes sinto uma vontade tremenda de abandonar tudo e ficar a deriva no mar. Não sei mais o rumo que minha vida tomou. E mesmo sabendo que tenho tudo pra ser feliz, não entendo o porque não sou.

Tome os cuidados necessários para que você não chegue ao ponto que eu cheguei.

Miguel Costa